Edicões Gambiarra Profana/Folha Cultural Pataxó
domingo, 5 de setembro de 2010
AINDA CHOVE NO MEU CORPO
AINDA CHOVE NO MEU CORPO
Ainda chove no meu corpo
Ainda sinto seus beijos
Ainda sinto seus carinhos
Ainda estou sozinho
Ainda chove no telhado
E seu aroma está no quarto
Sua pele é macia
Mas minha cama está vazia
Ainda ouço nossa canção
Você dedilhando o violão
E eu adormecendo na solidão
Ainda chove em meus desejos
Ainda sinto o frescor dos seus seios
Mas tenho apenas meus anseios
Ainda chove na minha noite
Sem você para me amar
Sem seus olhos para eu olhar
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Muito lindo, sonoro e forte.
ResponderExcluirLindo e terno poema.
ResponderExcluirApresente meu blog (ainda mal feitinho, rs) para seus amigos, pois eles, infelizmente, não conhecem meu trabalho.
Um abraço.
Muito profundo, realmente você arrazou nesse poema. Como a nossa amiga Silviah Carvalho disse: Muito lindo, sonoro e forte. Ela tem toda a razão. Parabéns!
ResponderExcluirMuito obrigada pela visita e volta sempre :D
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